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O avexado Rodrigo

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Atualizado em 11/02/2016 - 10:06

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O currículo traz as informações básicas do mais recente professor de Direito Constitucional selecionado no Programa Novo Talento CERS. Rodrigo Rabello, 28 anos, é advogado e professor universitário. Graduado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Mas o que muitos não sabem é a extensa lista de atividades extracurriculares deste paraibano: banda de rock, presidência de Centro Acadêmico, ONG de intercâmbio – AFS, Encontro de Jovens. Com a idade e as atribuições profissionais, a lista notoriamente acabou diminuindo. Mas, segundo ele, a ideia é não parar. “Sou extremamente apaixonado por tudo que me envolvo, meio que faz parte de mim. Gosto de mergulhar de cabeça”, define Rabello.

Atualmente, a rotina dele é bem corrida. Atua como advogado, professor universitário, professor de um cursinho presencial em Campina Grande e do CERS. Além disso, continua as pesquisas iniciadas no mestrado, tendo em vista que planeja ingressar no doutoramento em breve.

No tempo livre – se é que podemos considerar desta forma –, possui uma vida social intensa ao redor da família e dos amigos. Ama viajar e conhecer novos lugares. Pode parecer um pouco clichê, mas pela sua personalidade comunicativa e inquieta, já dá para imaginar que a lista não para por aí.

“Além disso, sou músico amador daqueles do tipo "inveterado e apaixonado". Canto, toco violão, guitarra, percussão, bateria… Ademais, não tendo como fugir das artes, sou um eterno amante do cinema e da literatura. Em suma, no meu tempo livre, não tenho tempo livre”, confessa.

Advocacia & Docência

E como uma pessoa declaradamente “apaixonada”, Rodrigo sempre foi extremamente idealista. Desde criança, ele pensava em ser advogado. A advocacia foi o sonho profissional que o acompanhou durante toda a graduação. Inclusive, conseguiu estágio bem no início do curso, no escritório em que hoje é sócio – Almeida, Cavalcanti, Motta e Rabello Advogados.

Nos primeiros semestres do curso, jurava que seria advogado militante na área criminal. Até os dias de hoje, o júri exerce um verdadeiro fascínio sobre ele. Mas as experiências prático-profissionais no escritório, bem como o conhecimento e descoberta de outras áreas do Direito o afastaram completamente do Direito Penal.

A vida sempre deixa ensinamentos e muda o rumo dos caminhos. A docência foi outro ponto de surpresa em sua trajetória profissional. É certo dizer que talvez não seja o grande atrativo em uma área em que tantas carreiras enchem os olhos dos estudantes.

O interesse específico pela pesquisa e, consequentemente, pela docência, se deu no final da graduação. Sempre conversava muito com um grande amigo que estava fazendo mestrado e, como curioso, se informava sobre o que ele estava lendo, sobre as disciplinas do mestrado, sobre métodos e técnicas de pesquisa no Direito. Quando menos percebeu, já estava totalmente inserido naquela realidade, ansiando por ingressar em uma pós-graduação stricto sensu. Foi assim que ocorreu o primeiro flerte com a academia.

“A docência, especificamente e por sua vez, foi coisa de sangue, não tinha como fugir. Brinco muito sobre isso: O que não passou na minha cabeça durante os quase 5 anos de graduação, acabou por ser a minha grande paixão e realização profissional. Não tem jeito, a pessoa é para o que nasce”.

Direito ConstitucionalRodrigo-Rabello-CERS-Constitucional

Segundo ele, a escolha pelo Direito Constitucional foi uma soma de fatores. No decorrer do curso sempre foi apaixonado e grande entusiasta das disciplinas de Direito Público: Direito Administrativo, Tributário, Eleitoral…

Para ele, o Direito Constitucional por ser ramo, do Direito, político por excelência, ser a ciência que estuda a criação e formação do Estado, em seus termos políticos e jurídicos, por essa natureza diferenciada, desperta paixões e ódios intensos. Como professor, a meta dele é aumentar progressivamente o número de seguidores dessa vertente.

Desde o final do curso e preparação para o Exame de Ordem, Rodrigo acompanha o CERS. E claro, na segunda fase da prova, ele escolheu Direito Constitucional. “Inclusive, ainda vou realizar o sonho de pedir uma cocadinha à Flavinha Bahia! #SouFãMesmo”, declara Rodrigo Rabello.

Apaixone-se

Por fim, quanto a uma mensagem para os alunos, nada de um grande exemplo de superação. Mas algo que ele faz questão de dizer a todos os seus alunos é: APAIXONE-SE.

“Parece mensagem de auto-ajuda barata, daquelas que o livro é vendido por R$5 na promoção do supermercado, mas não é. O amor é o verdadeiro combustível pra tudo que fazemos em nossas vidas. Nenhuma escolha profissional é fácil e todo e qualquer caminho é árduo. Assim ocorre com quem vai passar 3, 4, 5 anos estudando para aprovação no concurso sonhado, assim ocorre com a pessoa que vai passar 3, 4, 5 anos tentando entrar e se fixar no mercado como advogado. Além da capacidade técnica, o que diferencia os que estão tentando? A paixão e devoção com que se entregam e percorrem aquele caminho. Que sejamos, pois, apaixonados por nossas escolhas e por nossos sonhos. Que todos possam parar pra imaginar o dia de sua nomeação e ter seus corações acelerados, aquele frio na barriga e aquela ansiedade típica dos “enamorados”.

O professor Rodrigo Rabello apresenta a disciplina de Direito Constitucional no Curso Básico para Concursos – Teoria e Questões.

 

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