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Concursos tribunais: quando estudar disciplinas gerais e específicas

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Atualizado em 02/01/2018 - 11:26

Saber quando fazer a transição das disciplinas gerias para as disciplinas específicas é uma dúvida frequente entre muitos candidatos que estudam para concursos públicos na área de tribunais.

Para começar, é interessante você saber quais as principais disciplinas gerais para concursos públicos de analista ou técnico judiciário. São as seguintes:

 

Disciplinas gerais

– Língua portuguesa

– Noções sobre pessoas com deficiência

– Regimento Interno do Tribunal que o candidato realizará a prova.

 

Divisão de questões

A divisão das avaliações costuma seguir um padrão. Via de regra, a prova é composta por 70 questões que ficam divididas assim:

– 30 questões sobre conhecimentos básicos (disciplinas gerais)

– 40 questões sobre conhecimentos específicos. 

Sobre o peso das questões, é importante saber que fica distribuído da seguinte maneira:

– peso 1 para disciplinas gerais

– peso 3 para disciplinas específicas.

 

Importância do estudo balanceado

?Embora o peso das disciplinas gerais seja menor, o candidato não deve deixar de estudar as disciplinas gerais, pois são elas ajudarão o a obter um resultado melhor ao final da prova.

A maioria dos estudantes intensifica os estudos em matérias específicas, por exemplo, direito constitucional, direito administrativo, processo do trabalho, etc., e se esquece das demais disciplinas. É preciso ter um pouco de cuidado com isso.

?O ideal é o candidato organizar seu cronograma para conciliar todas as matérias, tanto as gerais como as específicas, para, assim, ao final, atingir êxito em seus estudos.

A disciplina língua portuguesa deve ser estudada todas as semanas, pois além de conter, em média, 15 questões na parte das disciplinas gerais, irá ajudar a compreender com maior facilidade as questões objetivas, e, na questão discursiva deixará seu texto mais coeso, com menor índice de erros ortográficos. Com isso, aumentará a sua pontuação no resultado final da prova.

Quanto a disciplina noções sobre pessoas com deficiência, esta deve ser lida ao menos uma vez por mês, além de solucionar questões, já que, em regra, as questões abrangem apenas a letra da lei seca.

Já a disciplina regimento interno será estudada apenas quando abrir o edital do Tribunal que o candidato almeja realizar o concurso.

 

Quando ocorre a transição

Assim, diante da importância das disciplinas gerais, a transição para os estudos das matérias específicas deve ocorrer de maneira paralela, de modo que o estudo de uma não atrapalhe o rendimento e a importância da outra.

?De qualquer modo, depois de algum tempo de estudo (pelo menos 2 meses) o cronograma deve ser mais intenso nas disciplinas específicas, uma vez que possuem maior peso. Atente-se que a transição não significa parar de estudar as disciplinas gerais, mas diminuir a intensidade para dedicar mais tempo para as disciplinas específicas.

 

Dica especial

Além disso, há uma dica valiosa que pode fazer toda a diferença na conquista da sua aprovação! Ela deve ser posta em prática já na reta final. Mas para isso você teria de ter já realizado seus estudos com muito compromisso durante todo o período em que você esteve focado na preparação para o concurso, estando bem nas disciplinas de conhecimentos gerais.

Vamos à dica: quando sair o edital, faça um cronograma específico pós edital, estudando detalhadamente os pontos do edital. Nesse momento, dedique pelo menos 70% do seu tempo para as disciplinas específicas.

Isso será determinante porque, como você já viu, além de haver mais matérias de conhecimentos específicos do que de conhecimentos gerais, o peso delas também é bem maior. Assim, você conseguirá pontuar mais!

Ainda nessa reta final, lembre-se de intensificar ainda mais a resolução de questões, principalmente de provas anteriores que a banca em questão tenha elaborado. Você pode ter acesso à elas por meio da internet baixando editais ou em sites específicos de questões de prova de concursos públicos.

O treino é a melhor maneira de você se preparar porque estará familiarizado com a avaliação. Isso o ajudará a manter o equilíbrio por dar a sensação de que você sabe como a pergunta virá, seja por meio de alternativas divididas em cinco letras para você marcar a correta ou a errada ou ainda para afirmar se o que o quesito diz é verdadeiro ou falso.  

 

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