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10 coisas que você precisa saber sobre a área fiscal

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Atualizado em 18/08/2014 - 01:04

O momento é propício para quem pretende ingressar na carreira. Conheça os principais motivos

Por Ana Laranjeira       
Com dicas adaptadas do G1

A área fiscal passa por um momento atípico, pois uma considerável quantidade de bons concursos vem atraindo a atenção mesmo daqueles candidatos menos interessados na carreira. Se você é um dos que vem sofrendo o efeito magnético dessas seleções, é bom ficar atento às próximas linhas, pois reunimos uma lista de 10 coisas que você precisa saber sobre a área fiscal. Confira:

1) O caminho está livre   
Muitos concursos e muitas vagas são sinônimos de muitas aprovações. Quem já passou nos primeiros concursos lançados recentemente estava estudando há um bom tempo e estava bem preparado. Desta forma, essa primeira leva de candidatos competentes limpou a fila para quem está começando agora e deixou a concorrência mais equilibrada;

2) Diversos órgãos e cargos    
A Carreira Fiscal se divide em três categorias: o fiscal municipal, estadual e federal. A Receita Federal ocupa o topo da preferência, mas há concursos para todos os estados – conhecidos como concursos para ICMS – e, ainda, os concursos municipais – mais conhecidos como concursos para ISS. Assim, as oportunidades são inúmeras e a preparação deve ser adequada para deixar o candidato habilitado a concorrer a todas elas.

3) Bons salários      
A área remunera muito bem. O salário atual do auditor fiscal da Receita Federal, por exemplo, está em torno de R$ 10 mil.

4) Nível superior com formação em qualquer área 
Para prestar estes concursos normalmente pede-se como escolaridade mínima a graduação de ensino superior em qualquer área, e uma notícia boa é que, nesses casos, quem tem diploma de tecnólogo também poderá assumir o cargo.

Boa parte dos concursos para a área fiscal não exige graduação específica, como Receita Federal, Secretaria da Fazenda do Rio Janeiro, Secretaria da Fazenda de São Paulo, Secretaria da Fazenda do Mato Grosso do Sul, Prefeitura de São Paulo, entre outros.

Existem alguns raros concursos para auditor fiscal que pedem formação na área, é o caso da Prefeitura de Florianópolis e da Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul, por exemplo. Mas estes são casos incomuns, uma vez que para alterar a formação exigida em processos como esses, seria necessário mudar a lei que rege o cargo de auditor fiscal, o que não é tão simples.

5) A diversidade é positiva     
A formação específica não é exigida, na maioria das vezes, justamente porque a diversidade de formações é importante para a área. Servidores de todas as especialidades são capazes de desempenhar bem as atividades nas equipes de fiscais, permitindo assim uma visão ampla e abrangente dos problemas que surgem, facilitando a busca de soluções.  

6) Provas objetivas e discursivas    
Os interessados devem ficar atentos a todas as etapas do concurso. Alguns candidatos se dedicam à preparação da prova objetiva e esquecem que é comum haver prova discursiva e que é preciso se preparar também para isso, quando houver domínio da teoria.

7) Muitas disciplinas       
Os concursos para a área fiscal cobram muitas disciplinas – em geral, de 15 a 20. É natural que o candidato se depare com áreas de conhecimento totalmente novas, mas isso não deve ser um obstáculo. É preciso foco e determinação para atingir a meta. Por outro lado, há um grupo significativo de matérias comuns a todos os concursos (aproximadamente 14), o que permite uma preparação antecipada de boa parte do conteúdo.

As seguintes disciplinas são a base inicial do estudo para essa área: português, direito constitucional, direito administrativo, direito tributário e contabilidade. Em seguida, o candidato deve incluir na sua programação de estudo: matemática financeira e raciocínio lógico, direito civil, direito penal, direito empresarial, auditoria, administração pública, economia e finanças públicas. Essas também são cobradas na quase totalidade dos concursos da área.

Outras disciplinas aparecem no conteúdo programático de alguns concursos: contabilidade avançada e custos, administração geral, estatística, informática, atualidades e, até, inglês ou espanhol.

8) A Legislação específica varia      
A legislação específica varia se o concurso for federal, estadual ou municipal e, por isso, deve ser estudada somente na proximidade do edital ou, ao menos, depois que o candidato estiver relativamente seguro nas outras matérias. Vale lembrar que as legislações municipais são similares entre si, já que tratam dos mesmos tributos (ISS, IPTU e ITBI). O mesmo acontece com as legislações estaduais (ICMS, IPVA e ITDC).

9) É preciso tempo…       
Em concursos desse porte é importante o candidato ter consciência de que precisará de um tempo razoável até ter reais condições de aprovação. Isso pode variar de acordo com o tempo disponível para o estudo e a qualidade com que esse estudo será realizado, preferencialmente com planejamento, metas objetivas e técnicas eficientes.

10) … e paciência   
Alguma reprovação pode acontecer durante a trajetória, mas deve ser encarada com serenidade (na medida do possível) e servir de base para ajustes, caso sejam necessários. A continuidade levará à sedimentação do conhecimento, amadurecimento do candidato com relação ao momento da prova e, finalmente, à conquista da vaga.

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